Refugiados del desarrollo: la naturalización del sufrimiento de las poblaciones afectadas por las centrales hidroeléctricas

Carmem Regina GIONGO, Jussara Maria Rosa MENDES, Rosangela WERLANG

Resumen


Este artículo trata de la cuestión de la construcción de las grandes hidroeléctricas en el país, en su relación con los daños socio-ambientales, pero también con los costes humanos derivados de este proceso. Su objetivo, por lo tanto, es cuestionar la construcción de estos proyectos que han llevado a poblaciones enteras a renunciar a sus formas de vida, su cultura y su técnica en nombre del desarrollo. Además, se busca reflexionar sobre el discurso favorable a la construcción de las hidroeléctricas en cuanto discurso portador de esperanza y que, en su génesis, intenta invisivilizar o naturalizar el sufrimiento de las poblaciones afectadas y que gana peso cuando se vincula a una compensación económica.

Palabras clave


Hidroeléctrica; desarrollo; naturalización del sufrimiento; trabajadores rurales

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DOI: http://dx.doi.org/10.14201/reb201634101114

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